A ampanha pelo fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais sem redução de salários reacende o debate sobre o papel do movimento sindical nas batalhas em torno desta bandeira histórica da classe trabalhadora, que entre outras coisas inspirou a criação do 1º de Maio pela Internacional Socialista.
A nova geração de trabalhadores, esgotada e revoltada contra o processo de trabalho exaustivo imposto pelo capital, impulsiona o movimento sindical a reconectar-se com a base popular e liderar a luta por uma jornda de trabalho mais humana e melhores salários.
O oitavo artigo do Dossiê “Fim da Escala 6×1 e Redução da Jornada de Trabalho”, assinado por Ana Paula Colombi, Anderson Campos, Ariella Araujo, Andréia Galvão, Elaine Amorim, José Dari Krein e Patrícia Trópia, analisa como o movimento sindical brasileiro pode — e deve — retomar o protagonismo nessa luta, transformando o descontentamento social em força política e conquistas concretas.
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