Aumento do piso e redução da jornada de trabalho são as principais bandeiras do movimento, com impacto direto no orçamento público

Foto: FreePik
Segundo Farias, 90% dos profissionais da enfermagem atuam em hospitais públicos e a carga atual de 44 horas semanais não é adequada, nem reconhecida mundialmente. Ele cita a recomendação da Organização Mundial de Saúde, que defende uma carga de 30 horas semanais para profissionais de saúde devido ao alto índice de adoecimento mental na categoria.
A PEC 19/24, por alterar a Constituição, precisa passar por diversas etapas de votação no Senado e na Câmara antes de ser aprovada. Além disso, a frente também luta por um aumento de 10% no piso salarial dos profissionais da área.
Atualmente, o piso salarial é de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para técnicos e R$ 2.375 para auxiliares e parteiras. Farias acredita que o reajuste, que impactaria em R$ 800 milhões, depende apenas da vontade política e previsão orçamentária, sem a necessidade de novas propostas.
Fonte: Metro1