Para Igor Felippe Santos, integrante da comissão executiva nacional do Plebiscito, a campanha se consolidou como a principal iniciativa política das forças populares no ano de 2025. Segundo ele, o acúmulo de forças permitiu influenciar a conjuntura institucional e promover debate em larga escala na sociedade.
"Aprovamos na Câmara o projeto da isenção do imposto de renda com a taxação dos ricos, e estamos pressionando para avançar com o projeto que acaba com a escala 6×1 e que reduz a jornada de trabalho sem redução salarial”, afirmou.
Mobilização nas ruas e nas redes
A última semana de campanha é marcada por um mutirão nacional de votação, que acontece de 6 a 12 de outubro. Estão previstas ações de rua, coleta de votos físicos e reforço à votação online, disponível pelo
site plebiscitopopular.org.br. Ao mesmo tempo, os comitês locais e a Secretaria Nacional seguem mobilizados na conferência e registro dos votos já recebidos.
Além das ações presenciais, a campanha também se fortaleceu nas redes sociais, com conteúdos voltados à conscientização política e à defesa das duas pautas principais.
“Foi muito positivo porque conseguimos construir bandeiras de unidade e atuar de forma conjunta para que elas pudessem avançar. O plebiscito nos confere legitimidade e responsabilidade diante dessas duas pautas”, avaliou Igor Felippe.
Após o encerramento da votação, a Comissão Executiva Nacional do plebiscito deve se reunir para avaliar os resultados e definir os próximos passos. Mas Igor Felippe antecipou que a mobilização vai continuar. “A votação do plebiscito termina, mas temos o compromisso e a responsabilidade de continuar a mobilização até que essas bandeiras sejam aprovadas.”